Páginas

Mostrando postagens com marcador DOENÇAS DE GATO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DOENÇAS DE GATO. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

SARNA NOTOÉDRICA - ESCABIOSE FELINA


O que é a sarna notoédrica? 

 Sarna notoédrica é uma doença parasitária contagiosa de gatos causada pelo ácaro Notoedres cati, que vive na superfície da pele causando lesões. A transmissão ocorre pelo contato direto, sendo altamente contagiosa entre os animais. 

 Quais são os sinais clínicos da sarna notoédrica? 

  •  - Coceira intensa, levando a escoriações e infecções de pele pelo ato do animal se coçar. 
  • - Lesões começam na ponta das orelhas e se espalham para a face, pálpebras e pescoço do animal. 
  • - Pele torna-se espessa, recoberta por crostas. 
  • - Queda de pêlos. 


Como diagnosticar a sarna notoédrica? 

 O diagnóstico é feito com base nos sintomas apresentados e em exame específico realizado pelo médico veterinário. Faz-se raspado de pele para identificação do parasita ao exame microscópico. 

Qual o tratamento da sarna notoédrica? 

 O tratamento da sarna notoédrica deve ser feito sob orientação do médico veterinário. 

Obs: por se tratar de uma doença contagiosa, recomenda-se isolar o animal com sarna dos animais sadios, até sua cura total. 



Fonte: Schering-Plough

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

FUMAÇA DE CIGARRO PREJUDICA OS GATINHOS


Segundo estudos do Departamento de Bioestatística e Epidemiologia da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, gatos que vivem em casa de fumante são duas vezes mais vulneráveis ao linfoma felino do que aqueles que não ficam expostos à fumaça alheia. Esse risco cresce quanto maior for o tempo em que são obrigados a inalar as substâncias tóxicas. O linfoma felino bota as defesas do animal no chão — e ele morre. 

 Animal pode ser fumante passivo 

 Parar de fumar não está nos seus planos imediatos? Pena. Por você e por todos ao seu redor, incluindo o pet que mora na sua casa. Ele também é vítima das baforadas. Tem gente que nunca parou para pensar, mas o animal doméstico que convive com cigarro do dono é um fumante passivo. E sofre com isso. "Cães e gatos ficam sujeitos a rinites, outras irritações nasais e até câncer", alerta a professora Maria Lúcia Dagli, do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Você já deve ter ouvido infinitas vezes, mas não custa repetir: o tabaco contém dezenas de substâncias cancerígenas e milhares de outras toxinas. 

 Quem está por perto, bichos incluídos, acaba inalando cerca de 85% des se mix venenoso expelido na fumaça (no complemento, outros riscos do fumo específicos para os felinos). Alguns trabalhos realizados mundo afora comprovam os efeitos nefastos em animais domésticos. No Brasil ganha destaque o estudo do veterinário Marcello Roza. Em sua dissertação para a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, a UnB, ele relata as conclusões de uma pesquisa feita com 30 cães da raça yorkshire. Quinze deles tinham dono fumante. E todos os integrantes desse grupo, sem exceção, apresentaram algum tipo de estrago no sistema respiratório por causa da exposição constante à nicotina, ao alcatrão e companhia. 

 A encrenca mais comum atende pelo nome de antracose lesão provocada por partículas de poluentes que se instalam nos pulmões, formando pigmentos negros. O agravamento do quadro pode levar ao câncer pulmonar. E a ameaça cresce se a raça do cachorro for dotada de focinho curto, que não filtra o ar tão bem. Já para os cães que têm essa parte mais alongada, o perigo é um tumor nos seios nasais. "Como o tempo de vida do bicho é breve, a doença se desenvolve mais rapidamente nele", lembra o veterinário. 

 As raças mais prejudicadas pelo fumo passivo são as de pequeno porte. É que esses animais tendem a ser mais caseiros e, portanto, ficam mais próximos do dono e da fumaça do dono. Não é justo com o pobre animal. Então, se você ainda não se convenceu de que o melhor mesmo é abandonar o vício e por todos os motivos que já está cansado de saber , pelo menos trate de apagar o cigarro quando seu fiel escudeiro estiver por perto. 



 Publicado por: Saúde é Vital

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

CÂNCER DE LÍNGUA EM GATOS


Causas 

As causas de muitos tipos de câncer em gatos não são conhecidas. Assim como acontece com os humanos, acredita-se que a genética desempenha um papel. Carcinógenos no ambiente aumentam a probabilidade de câncer, e gatos de meia idade são mais propensos a desenvolverem câncer de língua. Para massas na língua, especificamente, as causas podem incluir traumatismo da língua, ou tumores não cancerosos, tais como verrugas e depósitos de cálcio. Os tumores benignos da língua podem incluir células mioblastoma granulares, e há muitas massas cancerosas que podem afetar a língua. Nelas, estão inclusas carcinomas de células escamosas, tumores, fibrossarcomas, melanomas malignos, hematangiossarcomas e outros tipos de massas de sarcoma. 

 Sintomas 

Dentre os sintomas de câncer de boca estão salivação excessiva, dificuldade para comer e nódulos ou tumores na língua ou gengivas. Se o tumor é especificamente da língua, ele pode não produzir sintomas notáveis, e os donos dos bichinhos provavelmente não notarão até eles serem grandes e visíveis. Sintomas adicionais podem incluir aumento na salivação, mau hálito, arranhamento na boca, derrubar comida enquanto come e ter dificuldade em comer, não alimentar-se, perda de peso, sangue saindo da boca e dificuldade para respirar. 

 Diagnóstico 

Se um gato estiver apresentando sintomas de câncer de boca, o veterinário deve primeiro determinar se o tumor não é, na verdade, massas infectadas. Ele irá começar com um exame físico no gato. O médico provavelmente irá fazer uma biópsia da massa do trauma. Testes adicionais podem incluir um hemograma completo, perfil bioquímico, exame de urina, radiografia torácica e biópsia de quaisquer nódulos linfáticos aumentados. 

 Tratamento 

Se o tumor do gato for benígno, ele provavelmente será removido em um procedimento cirúrgico simples. Se o tumor for malígno e estiver espalhando, o veterinário também pode realizar uma cirurgia, removendo uma parte da língua do gato. Quimioterapia ou radiação também podem fazer parte do tratamento. Depois da cirurgia, o gato terá suturas dissolvíveis em sua língua. Ele será alimentado com comida enlatada ou mole por algumas semanas enquanto cicatriza. 

 Prognóstico 

A efetividade do tratamento dependerá do quão cedo a doença do gato foi encontrada e a terapia começou. O prognóstico também depende do tipo de tumor e onde ele está localizado. O veterinário oferecerá informações sobre o prognóstico específico de um bichinho baseado no tipo de câncer específico do gato e o estágio que ele estava quando o tratamento começou.


Fonte: http://www.ehow.com.br

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

FEZES PARADAS NO CÓLON: FECALOMA EM GATOS

A obstipação ou constipação ou formação de fecaloma é muito comum em gatos idosos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Quando as fezes permanecem no intestino por muito tempo, o intestino acaba absorvendo a água presente nas fezes e deixa asfezes no cólon e reto compactadas e difícil de sair (defecar).Muitas vezes o gato fica em posição na caixa de areia, fazendo força, chorando e não sai nada ou sai somente uma quantidade pequena de muco e/ou líquido.
Nessa semana atendemos a Bianca, uma felina diabética há 4 anos em tratamento e que há uma semana estava diferente, comendo menos e que não defecava ha mais de 4 dias. Ela estava desidratada devido a diabetes e tinha um fecaloma no cólon. Ela está internada para tratamento que entre outros procedimentos, inclui a lavagem retal.
CAUSAS:
Uma dieta com pouca fibra, desidratação por falta de água, diabetes ou insuficiência renal , uma caixa de areia suja fazendo com que o animal se recuse a usá-la, bolas de pêlo, dor articular que dificulte o animal a se posicionar para defecar, estresse entre outros são fatores que levam à constipação. Doenças neuromuscularespodem também ser uma causa de obstipação grave em gatos.

SINTOMAS:
Caixa de areia sem fezes ou animal que não defeca todo dia podem ser sinal de constipação. Noutras vezes vemos o gato tentar defecar sem sucesso ou chorar ao defecar. Em outras vezes observamos fezes muito ressecadas ou volume pequeno e duro. Em casos mais graves o vômito pode também estar associado, além de um abdome tenso e duro com perda de apetite.
TRATAMENTO:
Constipação grave é uma emergência médica. O primeiro atendimento de emergência pode consistir de uma lavagem retal (enema), que geralmente é realizada sob anestesia geral. uso de laxantes leves também pode ser indicado. O exame de colonoscopia pode ser necessário para o diagnóstico e em casos extremos a remoção cirúrgica do cólon pode ser indicada.
MANEJO DO GATO CONSTIPADO:
Mudança da dieta introduzindo uma quantidade maior de fibras ou mesmo adicionando azeite de oliva a dieta, estimular a ingestão de água, fazer com que o animal defeque com maior frequência, hidratação do animal com fluidoterapia (soro), colocar mais caixas de areia a disposição do gato, etc estão entre as medidas de manejo para evitar a constipação e formação de fecalomas.

Fonte: http://petcare.com.br

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PARASITAS INTESTINAIS


Os vermes intestinais, quando adultos, instalam-se no aparelho digestivo e trazem riscos para a saúde dos nossos amigos e toda a família. 
Os gatos podem constantemente adquirir vermes intestinais de diversas maneiras:

 ingestão de ovos e larvas presentes no ambiente; 
penetração de larvas na pele do animal; 
ingestão de hospedeiros intermediários (pulgas e piolhos); 
ingestão de hospedeiros paratênicos (roedores); 
transmissão da mãe para os filhotes na gestação ou amamentação. 

Existem dois grandes grupos de vermes intestinais, os “vermes redondos” (nematoides) e os “vermes chatos” (cestoides). 
 Os vermes redondos têm formato cilíndrico, não têm divisões, sua pele é firme e elástica. 
As espécies mais comuns são o Ancylostoma spp e o Toxocara spp. 

Os vermes chatos, também chamados de tênias, são achatados com a aparência de uma fita, com várias divisões e são transmitidos pela ingestão de um hospedeiro intermediário, que podem ser pulgas, roedores ou carne crua. 
 As espécies mais comuns são o Dipylidium caninum, que tem como principal hospedeiro intermediário a pulga. 
Ela pode ser ingerida acidentalmente pelo gato quando ele se coça ou se lambe.
 As tênias podem ser adquiridas pela ingestão de roedores ou carne crua (Ex: bovinos, ovinos e suínos).


Fonte: http://www.bayerpet.com.br

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

HIPERTIREOIDISMO FELINO

Hipertireoidismo felino: 
uma desregulação hormonal que afeta o comportamento do gato.


O hipertireoidismo felino é uma das alterações hormonais mais comuns em gatos.Sua ocorrência é maior em gatos idosos, mas também pode ocorrer a partir de 4 anos.O excesso de hormônio tireoidiano,produzido pelas glândula tireoide, acelera o metabolismo de uma forma geral, levando ao comprometimento de vários órgãos . 

 A principal causa do aumento na produção de hormônios da tireoide é a presença de nódulos (na maioria das vezes benignos) e também hiperplasia da glândula.

 Os sinais clínicos observados são: Diminuição do peso, aumento do apetite, vômito, diarreia, aumento da ingestão de água e aumento da eliminação de urina; alteração e queda de pelos; alterações comportamentais como agressividade e principalmente hiperatividade. 

 Durante o exame clínico poderá ser observado: Aumento da glândula tireoide,caquexia, alterações cardíacas, gastrointestinais , renais e comportamentais. 

 O diagnóstico é feito com base no histórico, anamnese, exame clínico e exames laboratoriais( hemograma, dosagens bioquímicas, EAS e dosagem hormonal – T4).

 O prognóstico é bom,dependendo da idade e desde que as condições físicas forem satisfatórias e que não haja outras doenças associadas. 

 Os tratamentos disponíveis vão depender do caso clínico. Temos a opção do uso de medicamentos, tratamento cirúrgico e tratamento com iodo radioativo ( estes dois últimos levam à cura clínica do paciente).O uso de medicamento requer avaliação periódica do paciente.Os gatos toleram bem o medicamento, mas podem surgir efeitos colaterais como: diminuição do apetite, vômito, letargia, coceira e diminuição de plaquetas; sendo necessário então a suspensão do medicamento.O Iodo radioativo é uma boa opção,pois possui poucos ou nenhum efeito colateral, mas nem todos os profissionais o realizam por questões de técnica e segurança. 

 Não há como prevenir o hipertireoidismo. Se seu gato apresentar os sintomas descritos, procure um Médico Veterinário.

Fonte: http://mundomiau.com.br
Veterinária Luana Campos Penido

ALERGIA ALIMENTAR EM FELINOS


A denominada hipersensibilidade alimentar é um processo alérgico imunomediado que pode acometer os animais causando transtornos dermatológicos e gastrointestinais. De forma simplificada, a alergia alimentar ocorre quando as proteínas e outros componentes presentes nos alimentos são reconhecidas pelos anticorpos presentes no organismo como invasores .
O sistema imunológico reage a este estímulo considerado estranho, desencadeando o processo alérgico. 
 Os gatos podem desenvolver alergia alimentar em qualquer idade, mas é mais comum em animais menores de 1 ano. 
 Dentre os alimentos já identificados como alérgenos, podemos citar: carne bovina, soja, frango, leite, milho, trigo e conservantes.

 Podem ser observados os seguintes sintomas : 

Gastrointestinais (vômito, cólica e diarréia) e/ou dermatológicos( prurido ou coceira intensa, queda de pêlos, crostas, alterações de queratinização, dermatite miliar e infecções secundárias). 

 O diagnóstico pode ser demorado, pois os sintomas são muito inespecíficos. Portanto, é necessário realizar diagnóstico diferencial quanto a outras causas de problemas gastrointestinais e dermatológicos. 
Para diagnosticar a doença, é necessário instituir uma dieta de eliminação de nutrientes para determinar o potencial alérgico de cada componente da dieta.
Durante este período de teste,nenhum alimento fora do prescrito pode ser fornecido. Depois de determinar as substâncias causadoras da alergia alimentar para aquele paciente, o tratamento vai se basear na restrição e modificação da alimentação que deverá ser uma dieta o mais tolerada possível pelo organismo do animal.
Dietas caseiras balanceadas e individualizadas contendo uma relação ideal de carboidratos e proteínas, carbonato de cálcio, vitaminas , ácidos graxos e minerais deverão ser instituídas. 
Rações hipoalergênicas não devem ser fornecidas até a determinação dos alérgenos. Em alguns casos, nem estas rações são toleradas pelo animal e em outros casos, podem ser utilizadas. Medicamentos como corticóides e anti-histamínicos podem ser utilizados no início do diagnóstico para diminuir o prurido. Antibiótico e antifúngicos para tratar possíveis infecções secundárias na pele e medicações para combater vômito podem ser necessárias. 
 Deve-se sempre ficar atento ao surgimento e/ou agravo dos sintomas.Modificações na dieta podem ser necessárias com o passar do tempo. O prognóstico é considerado de reservado a bom, dependendo de exposição novos alérgenos. 



 Fonte: http://mundomiau.com.br/

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

RAIVA




Raiva: 

A raiva é uma doença contagiosa, transmitida por um vírus que pode afetar os animais e o homem. 
A transmissão se dá através do contato com a saliva de um animal doente. 
Os principais sinais clínicos são: mudança de comportamento, agressividade, salivação e paralisia. 
A raiva é uma doença incurável. A vacina é a única maneira de prevenir a doença. Atualmente, a doença Raiva, é desconhecida na Grã-Bretanha em razão das estritas leis de quarentena que têm controlado a entrada de gatos, sendo todos eles vacinadas ao deixar a quarentena. 
O Havaí é o único Estado americano com regulamentos semelhantes. 
Em qualquer outra parte, todos os gatos deveriam ser submetidos a vacinações anti-rábica no terceiro mês de vida e a revacinações anuais.

Como funciona a quarentena: 

Para restringir a disseminação da raiva e outras doenças perigosas, o Havaí e países como a Inglaterra, a Austrália e o Eire, insistem e que todos os animais domésticos que possam carreá-las sejam obrigados a passar seis meses em quarentena, a partir da chegada ao país. 
Isso pode causar um grande transtorno, tanto ao gato como a seus proprietários. 
Se você está de mudança permanente para aqueles países, pode ser um transtorno apenas temporário. 
Mas, se você está apenas visitando, é melhor deixar o gato em quarentena e reavê-lo logo em seguida, em vez de ter que deixá-lo por uma estada mais longa num hotel. Outros Estados dos Estados Unidos exigem os certificados de saúde para todos os gatos estrangeiros. 
 Mantenha seu gato o mais saudável possível em todos os aspectos, alimentação, higiene, saúde, são cuidados básicos para seu gato ter uma vida feliz e, futuramente não venha apresentar nenhuma doença ou complicação que poderia ser evitada. 

Poupe seu gato de sofrimento, eles merecem toda à atenção e carinho!


Fonte: http://www.ospaparazzi.com.br

DIABETES


Diabetes: 

A diabetes é uma doença causada pelo aumento da quantidade de glicose sanguínea, ou seja, de açúcar no sangue. 

No entanto, é melhor definida como a incapacidade do pâncreas de produzir insulina, o hormônio que regula os níveis de sangue no açúcar. 

À medida que a glicose se vai acumulando e na falta da insulina, o organismo tenta eliminá-la das mais variadas formas e aí surgem os diferentes sintomas. 

Para alem da predisposição genética, a diabetes ataca principalmente os gatos obesos. 

Quanto mais cedo for detectada a doença, mais depressa se começa a tratá-la e controlá-la convenientemente.

Fonte: http://www.ospaparazzi.com.br

SÍNDROME UROLÓGICO FELINO ( SUF )



Síndrome Urológico Felino (SUF): 

Esta síndrome engloba um conjunto de problemas inflamatórios no sistema urinário dos gatos, nomeadamente a cistite (inflamação da bexiga), a infecção (o sangue, o muco e outros produtos associados à zona inflamada proporcionam a multiplicação de bactérias); urolitíase/bloqueio uretral (a cristalização de minerais e a irritação da bexiga e da uretra provocam a formação de cálculos que podem entupir ou dificultar a saída de urina); uremia (acumulação de detritos intoxicantes no sangue, o que é muito perigoso, a inabilidade de urinar significa a acumulação de urina na bexiga e a incapacidade dos rins eliminarem os resíduos). 

Facilmente tratada pela administração de medicamentos adequados e receitados pelo médico veterinário.


Fonte: http://www.ospaparazzi.com.br

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA FELINA ( FIV )


Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV):

 O FIV é um vírus que diminui drasticamente a imunidade, favorecendo o aparecimento de infecções e outras doenças. 

É transmitido por um gato infectado através de mordeduras frequentes durante "lutas" entre gatos. 

Não existe cura, mas com uma alimentação saudável e equilibrada, complementada com suplementos vitamínicos e vacinas sempre em dia, o gato poderá ter uma sobrevida bastante longa. 

Lembre-se: gatos infectados devem ser mantidos dentro de casa para que não infectem outros gatos.

Fonte: http://www.ospaparazzi.com.br

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

HEMOBARTONELOSE: DOENÇA SANGUÍNEA

“A transmissão se dá através da picada da pulga, pela placenta e transfusão de sangue, e a mortalidade nos animais não tratados pode exceder 30%."


Hemobartonelose é uma doença infecciosa causada por uma rickettsia (gênero de bactérias carreadas por parasitas como carrapatos, pulgas e piolhos) a Haemobartonella felis. Esta bactéria invade os eritrócitos (células vermelhas do sangue) causando sua destruição. A transmissão se dá através da picada da pulga, pela placenta e transfusão de sangue, e a mortalidade nos animais não tratados pode exceder 30%.

Sintomas

Os sintomas apresentados se desenvolvem em função de um quadro anêmico que a doença provoca, tais como: apatia, prostração, febre, esplenomegalia (aumento do baço), mucosas descoradas e ictéricas (amareladas) e perda de peso em função da redução do apetite. Mas cuidado! Em muitos animais, a doença pode ser assintomática, mesmo se o animal é portador do agente. Isto acontece normalmente enquanto a imunidade do animal está ativada, pois, do contrário, ele passa a manifestar sintomas.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado através do histórico de infestação maciça de pulgas (maioria das vezes) e concluído por exame de sangue, ou seja, detectando a presença do microrganismo na superfície dos eritrócitos. Quanto ao tratamento, este pode ser autolimitante, ou seja, o próprio organismo ativa o sistema imunológico e vence a infecção, ou em alguns casos é necessário entrar com antibióticos e terapia de suporte (hidratação, alimentação endovenosa, vitaminas etc.). Deve-se evitar a internação, pois, particularmente em felinos, o estresse passado diante deste processo (longe dos seus tutores e do ambiente ao qual estão acostumados) tende a agravar o quadro da doença.

Tratamento

Os casos mais graves são aqueles em que ocorrem as chamadas comorbidades, ou seja, doenças que surgem em conjunto à Hemobartonelose, o que agrava os sintomas e exige um tratamento mais criterioso. No entanto, aqueles animais que apresentam outras doenças associadas ou um sistema imunológico deprimido, por inúmeros motivos, incluindo o estresse ou tratamentos prolongados com corticosteroides (anti-inflamatórios hormonais que podem deprimir o sistema imunológico  e são utilizados, por exemplo, em quadros de alergia) intensificam os sintomas da doença e aumentam a possibilidade de óbito.
Uma vez conseguida a cura clínica, ela pode recidivar no futuro ou não, dependendo de o microrganismo encontrar condições favoráveis (imunodepressão) de seu hospedeiro (animal), não ocorrendo desta forma uma cura total e completa, tornando o animal um portador para o resto da vida ("portador são").
Quanto à prevenção, não há imunização específica para esta doença, ou seja, não há vacinas, no entanto, um bom controle das pulgas do animal associado a uma vida regrada e com qualidade (boa alimentação, controle de parasitas intestinais etc.) e utilização de medicamentos sempre prescritos por profissionais habilitados são importantíssimos para que o animal diminua a possibilidade de contágio do microrganismo e também tenha um sistema imunológico sempre ativo.



Fonte: Marcos Eduardo Fernandes

Médico veterinário homeopata

SÍNDROME DO VESTIBULAR EM GATOS

“Quando a síndrome do vestibular é diagnosticada adequadamente por um médico veterinário em tempo hábil, há diminuição e até afastamento total da lesão” 


Essa síndrome pode acometer gatos em qualquer idade, não há relação com sexo nem raça. Origina-se na disfunção dos receptores vestibulares periféricos no ouvido interno. Dificilmente esta patologia acomete os dois condutos auditivos. 
Para ser concretizado o diagnóstico, precisam ser avaliados os sinais clínicos do animal, tais como: alterações de conduto auditivo – otite externa, média ou interna; sarna de ouvido; pólipos e neoplasias, entre outros. 
O animal pode apresentar ataxia (perda ou irregularidade da coordenação muscular) quando: 

• Faz posições variadas ao caminhar sem coordenação e balança a cabeça; 
• Inclina a cabeça de modo que uma orelha fique mais baixa do que a outra – isto ocorre pela perda da sensibilidade do músculo antigravitante lateral da garganta; 
• Executa movimentos circulares; 
• Estrabismo – onde ocorre posição anormal dos globos oculares e nistagmo – movimento inadequado do ritmo dos globos oculares. 

 Os sinais clínicos não progridem e os laboratoriais normalmente apresentam apenas leve desvio à esquerda, relacionados a processos inflamatórios. 
Alguns felinos apresentam ainda vômito, queda de pelo, dificuldade de posicionamento dos membros e anorexia. 
Nestes casos aconselha-se ao proprietário internação durante as primeiras setenta e duas horas de tratamento. 
Quando a síndrome do vestibular é diagnosticada adequadamente por um médico veterinário em tempo hábil, há diminuição e até afastamento total da lesão. Após conclusão com o diagnóstico clínico e com radiografia de face e crânio, deve-se utilizar como tratamento inicial o afastamento do gato para local tranquilo sem estimulação de outros animais nem forte iluminação. 
Há necessidade da utilização de antieméticos e antivertiginosos e, em algumas situações, administração de medicação anti-inflamatória. O prognóstico para recuperação é ótimo. 
O animal volta às atividades normais após um período de 30 a 60 dias. Alguns felinos, porém, podem ficar com alteração residual de inclinação de cabeça e a ocorrência de recidivas ao longo do tempo. 


 Fonte: Rachel Borges Médica veterinária.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINO

FIQUE ATENTO!!


A Doença do Trato Urinário Inferior Felino (DTUIF)

É um conceito abrangente que se refere a diversos problemas do sistema urinário, incluindo obstrução e inflamação da bexiga ou uretra do gato (o canal condutor da urina, que a transporta da bexiga para o exterior). 
Esta doença é identificável pelos donos pela observação da dificuldade em urinar do seu gato e pelos seus miados diferentes. 
É uma doença grave, por vezes mortal, quando não tratada imediatamente que afeta sobretudo gatos machos castrados e com peso a mais. FIQUE ATENTO!!



(Fonte: Vet D'or Cabo Frio)

domingo, 17 de novembro de 2013

OBESIDADE


O que é? 

Um em cada dez gatos é obeso, ou seja, tem peso a mais (terá a ver com a dupla comer e dormir!?) e as causas são várias: vida sedentária, muitas guloseimas e restos de comida na alimentação, deixar o prato de comida sempre à nossa disposição, o dar de comer entre refeições ou cada vez que nós pedimos (sim, sabemos fazer isso melhor que ninguém!). 

 Sintomas? 

Este desequilíbrio nutricional que depressa se evidencia através da acumulação de gorduras indesejadas e pouco saudáveis, pode ter efeitos nocivos a longo prazo: diabetes, problemas pulmonares, dificuldades cardíacas, problemas locomotores e articulares. E qualquer uma destas doenças diminui drasticamente a nossa esperança de vida (nem as outras seis vidas nos podem salvar aqui!). 

 Cura? 

Não há outro remédio senão incutir bons hábitos no quotidiano do seu felino… não sei se gosto muito do que estou a ler, mas como diz o outro: “primeiro estranha-se depois entranha-se”! Estabelecer um horário fixo para as refeições, que devem ser apenas duas por dia; e incentivar os gatos a brincarem e a algum exercício físico regular.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

TOXOPLASMOSE E OS GATOS

A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. Ocorre tanto no homem, como em animais de companhia, de produção e silvestres. O Toxoplasma gondii possui três formas infectantes em seu ciclo de vida: oocisto, bradizoítos contidos em cistos, e taquizoítos. É na primeira forma – oocistos - que os felinos têm sua participação.

Apesar de gatos e outros felinos serem os hospedeiros definitivos (ou seja, somente neles haver a reprodução dos parasitos), menos de 1% da população felina participa da disseminação da doença. Eles só podem transmitir a toxoplasmose através de suas fezes, meio pelo qual expelem os oocistos (ovos) da toxoplasmose, provenientes da ingestão dos cistos que ficam no tecido de animais como ratos e pássaros.


Apesar de gatos e outros felinos serem os hospedeiros definitivos (ou seja, somente neles haver a reprodução dos parasitos), menos de 1% da população felina participa da disseminação da doença. Eles só podem transmitir a toxoplasmose através de suas fezes, meio pelo qual expelem os oocistos (ovos) da toxoplasmose, provenientes da ingestão dos cistos que ficam no tecido de animais como ratos e pássaros.

Portanto, o simples contato com o animal, com seu pelo, ou até mesmo com suas fezes “frescas” são insuficientes para levar a uma infecção por toxoplasmose- razão pela qual as infecções por contato direto com gatos excretando oocistos são extremamente improváveis.

Em geral, os gatos defecam e enterram suas fezes em terra fofa ou areia. A menos que o gato esteja doente, pouco ou nenhum resíduo fecal fica aderido à região perianal. Isso se deve aos seus cuidadosos hábitos de limpeza.

Formas de transmissão

A via mais frequente da transmissão da toxoplasmose ocorre por meio da ingestão de carnes cruas ou mal cozidas, ou ainda verduras mal lavadas, recém-colhidas em um pasto aberto. A infecção pela carne pode dar-se ainda pela manipulação da carne crua, ou contato com superfícies contaminadas de preparação de alimentos, facas e outros utensílios.

Os grupos populacionais mais expostos ao risco de infecção por Toxoplasma são as crianças de baixa idade e as pessoas que não apresentam sorologia positiva para toxoplasmose, principalmente quando manipulam carnes e produtos cárneos crus.

Formas de prevenção da toxoplasmose

Para prevenir-se da infecção por toxoplasmose, são recomendadas ações simples, como:

Manter boa higiene e lavar as mãos depois de manipular aqueles alimentos crus;

Todos os utensílios e equipamentos que entram em contato com carne crua devem ser cuidadosamente lavados com água e sabão;

A medida preventiva mais importante consiste no cozimento adequado: os cistos morrem se a carne for inteiramente submetida a uma temperatura de 65ºC e mantida nessa temperatura durante 4 a 5 minutos;

A rotina de lavar as mãos antes de se alimentar deve ser adotada. Luvas devem ser utilizadas quando houver a necessidade de se trabalhar com terra ou areia, pois podem estar contaminadas com fezes de gatos;

Os gatos domésticos devem ser mantidos no interior de residências com o mínimo de contato com o meio externo, com alimentação controlada e a oferta de ração ou alimentos que sofreram tratamento térmico adequado;

As fezes dos gatos e o material de forração de seus leitos devem ser eliminados diariamente, antes que os oocistos tenham tempo de esporular;

Quando se utilizam caixas de areia para a defecação dos gatos, estas devem ser tratadas periodicamente com água fervendo, para destruir os oocistos eventualmente existentes;

Os tanques de areias para recreação de crianças devem ser cobertos quando não estão em uso, ou cercados de modo a impedir o acesso de gatos;

Combater vetores mecânicos (insetos, principalmente baratas), pois eles também são responsáveis pela contaminação de produtos de origem animal e vegetal.


Fonte: WSPA



terça-feira, 12 de novembro de 2013

LEUCEMIA FELINA ( FELV )

O FeLV é transmitido pelo contato íntimo entre um gato e outro, principalmente pela saliva, lágrimas, fezes, urina e ainda pelo leite, durante a amamentação. Esta abundância de vetores torna este vírus particularmente contagioso, sendo transmitido principalmente por lambeduras e mordedura, assim como pelo contato de comedouros e bebedouros contaminados.
     Os sinais clínicos variam muito, dependendo do sistema acometido. O animal pode apresentar várias doenças infecciosas, infecções respiratórias, lesões de pele, anemias, infecções orais, retardo na cicatrização de feridas e problemas reprodutivos. Em alguns gatos a doença pode se manifestar com a formação de tumores em diversos órgãos.
     Alguns animais mesmo infectados, não apresentam os sinais clínicos característicos da leucemia felina, por isso é importante a realização de alguns exames e avaliação criteriosa de um médico veterinário.
     Os filhotes são mais acometidos devido ao fato de poderem ser infectados pela própria mãe, através da amamentação e pela saliva durante a limpeza. Estes filhotes permanecem latentes e sem sintomas; eles podem eliminar o vírus, ou se passarem por uma situação de estresse (troca de alimentação, troca de ambiente, vacinação, castração, etc) desenvolverem a doença.
     Infelizmente não existe tratamento eficaz e definitivo para infecções pelo vírus da Leucemia Felina.
     
 A doença tem quatro estágios clínicos:

Neutralização Viral: o gato apresenta o vírus e desenvolve imunidade ficando positivo no teste. Após determinado tempo o gato elimina o vírus e o teste é refeito tornando-o negativo.

     Viremia: o vírus se multiplica progredindo para a doença. O teste da positivos e o re-teste permanece positivo. 

     Latência: o animal não produz imunidade, mas também não se torna virêmico. O vírus se esconde e não se multiplica. Este é um estágio que dura por volta de 30 meses, quando então progride para neutralização ou viremia. O teste dá negativo, e deve ser feito re-teste e acompanhamento.

    
Portador: o vírus fica no organismo e se multiplica, mas não deixa as células devido a produção de anticorpos. O teste é positivo. O portador pode vir a desenvolver a doença futuramente.

A melhor saída é a prevenção, através da vacinação com a polivalente felina V5 (Quíntupla). É uma vacina eficaz e segura que previne esta infecção. Tendo em conta a freqüência desta doença e o seu desfecho sempre fatal, a vacinação FeLV é evidentemente uma prioridade. Na medida em que os riscos de contaminação aumentam com a idade, é importantíssimo que o seu gato seja vacinado o mais cedo possível. É aconselhado fazer um teste de diagnóstico FeLV, antes de dar a vacina.

É importante salientar que pessoas "gateiras" (adoram gatos e tem vários em casa) ou donos de gatis devem manter animais novos em quarentena, realizar testes antes de inseri-los ao novo ambiente e vaciná-los. 



Fonte: Veterinária AmigodePatas   

© ♥ ♥ Gato Mania ♥ ♥ - Template by Blogger Sablonlari - Header image by Deviantart